Quarta-Feira, 26 de Junho de 2019

Diário de Sorocaba

buscar

<< Reconstrução de travessias sobre o Itanguá põe fim a alagamentos Segundo a pasta, a obra é garantia de maior segurança não só para a vizinhança, como também para quem transita pelas duas avenidas

Publicada em 12/09/2015 às 02:09
Compartilhe: IMPRIMIR INDICAR COMENTAR

Foto: Emerson Ferraz/Secom
As chuvas intensas desta semana serviram como teste para mostrar que a reconstrução do sistema de drenagem do córrego Itanguá, sob as pistas das avenidas Américo Figueiredo e Adão Pereira de Camargo, no Parque Esmeralda e no Jardim Simus, respectivamente, surtiram o efeito desejado e evitaram alagamentos nesses dois pontos.
 
As obras emergenciais de travessia na Avenida Adão Pereira de Camargo tiveram início no dia 15 de abril, simultaneamente àquelas no trecho da Américo Figueiredo, que foi concluída no dia 12 de junho. Nos dois casos, os trabalhos ficaram sob a responsabilidade da empresa Ellenco, a um custo total de R$ 2.507.538,96. 
 
“O volume de água, que passou pelas travessias, foi enorme e o dispositivo funcionou como tínhamos planejado”, destaca o secretário de Mobilidade, Desenvolvimento Urbano e Obras, Antônio Benedito Bueno Silveira.
 
INTERVENÇÕES - Segundo informações da pasta, as chuvas desta semana não provocaram problemas decorrentes de má execução da obra de drenagem. “Houve alguns casos pontuais de erosão nos taludes decorrentes do excesso de chuva”, analisa o secretário. 
 
Na passagem da Avenida Américo Figueiredo, a erosão deu-se por causa do alagamento de dois poços de visita, o que fez com que parte das placas de grama recém-plantadas se soltassem. “No local, o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) vai colocar duas escadas hidráulicas para evitar que a situação se repita.”
 
Na travessia da Avenida Adão Pereira de Camargo, pedras do talude  desprenderam-se, o que também será recomposto pelo Saae. Na próxima semana, caso a chuva não atrapalhe, ainda serão plantadas gramas nas encostas do córrego, serviço semelhante ao executado na Américo Figueiredo.
 
Segundo a pasta, a obra é garantia de maior segurança não só para a vizinhança, como também para quem transita pelas duas avenidas, que estão entre as principais da cidade. “Não precisava nem chover muito para o córrego transbordar e complicar a vida das pessoas por aqui”, reitera o estudante Marcos Moura, 19 anos, também morador da Rua José Ângelo Fazano. “Não é porque minha casa nunca alagou que não sofri com o problema. É questão de qualidade de vida, o que todos ganharam por aqui”, diz.
Não há comentários nessa notícia.Seja o primeiro a comentar