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<< Adams nega 'acordão' entre governo e empreiteiras envolvidas na 'Lava-Jato'

Publicada em 26/03/2015 às 08:03
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Ministro da AGU durante solenidade para promover medidas de combate à corrupção (Foto:ABr)
O Advogado-Geral da União, ministro Luís Inácio Adams, afirmou, durante solenidade de assinatura de acordo de cooperação para promover medidas de combate à corrupção, que não existe um 'acordão' entre governo e empreiteiras envolvidas na “Operação Lava-Jato”. O governo tem encampado a defesa do uso do acordo de leniência com empresas envolvidas no esquema de corrupção na Petrobras como saída para evitar uma quebra geral das empreiteiras e as consequências econômicas. 
 
O ministro sugeriu, ainda, que as empresas não precisam trazer fatos novos à investigação para a celebração do acordo. A exigência de novos fatos tem sido defendida como elemento para negociar a leniência, a exemplo do que acontece nos acordos de delação premiada na esfera penal. Segundo Adams, a apresentação de fatos novos deve ser vista como "uma das formas de mostrar a colaboração efetiva".
 
CCJ CONVIDA CARDOZO - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou convite para que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, explique aos parlamentares a omissão em agenda oficial de seu encontro com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para tratar dos pedidos de investigação ao Supremo Tribunal Federal (STF) dos envolvidos na “Operação Lava-Jato”. O governo conseguiu transformar o que inicialmente era um pedido de convocação, feito pelo deputado Nelson Marchezan Júnior (PSDB-RS), em convite. A ideia é que Cardozo participe de uma audiência conjunta entre a CCJ e a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle.
 
NOVA PRISÃO - A Justiça Federal decretou nova ordem de prisão preventiva do lobista Fernando Antônio Falcão Soares, o Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB na Petrobras por suspeita de ter intermediado pagamento de propinas para engavetar a CPI da estatal petrolífera em 2009. Em sua decisão, que acolhe pedido do Ministério Público Federal, o juiz Sérgio Moro, condutor das ações penais da "Operação" destacou que surgiram mais provas a respeito dos crimes pelos quais Fernando foi denunciado.
 
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