Terça-Feira, 18 de Junho de 2019

Diário de Sorocaba

buscar

<< Vereador diz que Hospital Municipal vai ajudar a desafogar Santa Casa

Publicada em 12/01/2015 às 23:01
Compartilhe: IMPRIMIR INDICAR COMENTAR

Izídio com integrantes da equipe gestora (Foto: Divulgação)
Após se reunir com o gestor da Santa Casa de Misericórdia, Francisco Antônio Fernandes, na semana passada, o vereador Izídio de Brito (PT) afirmou que somente o Hospital Público da zona norte, que deve ser erguido na avenida Itavuvu, ajudará a desafogar o atendimento do hospital, que há quase um ano está sendo administrado pela Prefeitura. O acúmulo de pacientes no hospital Santa Casa e o rompimento do Hospital Evangélico com o Sistema Único de Saúde (SUS) motivaram o vereador a marcar o encontro, onde foram discutidos os dados da gestão, e contou com a presença do diretor técnico, Fernando Russo.
 
“Um dos principais problemas mostrados por Fernandes diz respeito ao parque tecnológico do hospital, que está defasado”, comenta o presidente da Comissão de Saúde do Legislativo. O gestor explicou que muitos equipamentos, como o ar-condicionado da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e o tomógrafo sofrem problemas de manutenção e têm quase 20 anos de uso. “Essa é uma questão antiga na luta por melhorias na saúde da cidade”, afirma Izídio. 
 
O vereador fala sobre o caso do acelerador linear para o tratamento de quimioterapia. “Desde 2008, estamos reivindicando esse equipamento, pois a Santa Casa recebeu a verba da Caixa Estadual (já extinta), mas até agora nada.” Durante a reunião, o gestor mostrou uma planilha sobre a taxa de ocupação do hospital de março de 2014 a dezembro do mesmo ano. Houve um considerável crescimento no número de atendimentos, “mas o que preocupa é que justamente a ocupação de leitos chega ao limite em algumas áreas”.
 
Até o final deste mês, devem ser entregues 36 novos leitos na Santa Casa, como prevê o gestor, serão destinados a receber os pacientes que seriam encaminhados ao Hospital Evangélico. Em novembro do ano passado, o Evangélico comunicou que não atenderia mais pelo SUS a partir de fevereiro. Mas na visão de Fernandes, a rotatividade proporcionará um uso equilibrado dos novos leitos. Quanto à permanência dos pacientes no hospital, antes da requisição o prazo médio era de cinco dias, hoje está em 3,3. 
Não há comentários nessa notícia.Seja o primeiro a comentar