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Diário de Sorocaba

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<< Serviço de Obras Sociais inaugura melhorias em albergue

Publicada em 30/11/2014 às 01:11
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Nova maquinaria deve otimizar o tempo de trabalho (Foto: Fernando Rezende)
O Serviço de Obras Sociais (SOS) inaugurou neste sábado (29) as melhorias em suas instalações, localizadas no Jardim Itanguá, zona norte de Sorocaba. O prédio, que também serve de albergue noturno para pessoas que vivem nas ruas, recebeu uma lavanderia industrial adequada às normas do Corpo de Bombeiros e da Vigilância Sanitária. Conforme o gerente administrativo da entidade, Vanderlei da Silva, o SOS completou na última sexta-feira (28) 46 anos de funcionamento e, durante todo o ano, trabalhos foram desenvolvidos para as adequações. A cerimônia também homenageou, com uma placa de honra, Lauri Poles, presidente da entidade, de 1998 a 2001 e de 2004 a 2014, morto neste ano. 
 
De acordo com Silva, o SOS atendeu, diariamente, a 65 pessoas em situação de rua no primeiro semestre deste ano. No segundo, três usuários deixaram os serviços prestados e o atendimento passou para 62. O trabalho é desenvolvido em parceira com a Secretaria do Desenvolvimento Social e, de acordo com o gerente, a instituição é uma casa de portas abertas e os moradores procuram a unidade por conta própria. Além de ser procurado de forma independente pelos interessados, o SOS busca o morador em diferentes pontos da cidade. “Geralmente, quando a pessoa chega sem rumo na rodoviária, somos informados.”
 
Silva explica que, dificilmente, há famílias alojadas no albergue e grande parte das buscas são de homens, e são comunicadas pelo Centro de Referência para População em Situação de Rua (Centro-POP), que oferece trabalhos aos moradores no turno da manhã. Já no albergue, o atendido pode tomar banho, jantar e pernoitar. O período em que o usuário fica nas dependências do SOS é definido por técnicos das duas entidades, sem ter um limite fixo. 
 
INSTALAÇÕES – Segundo Silva, a nova lavanderia é composta por máquinas que conseguem reduzir o tempo de lavagem e por secadoras a gás. Para toda a adaptação, foi preciso R$ 150 mil, provenientes de eventos feitos pela própria instituição e de destinações públicas. 
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