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Diário de Sorocaba

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<< Durante a Copa do Mundo, torcedores passarão por revista

Publicada em 08/03/2013 às 18:15
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Consultores de segurança da Fifa, do comitê organizador da Copa do Mundo e do governo federal alertam que o torcedor que for assistir aos jogos da Copa das Confederações, em junho, e da Copa do Mundo-2014, deve chegar cedo aos estádios. O plano de segurança prevê uma intensa revista em quem for assistir aos jogos.

O aviso foi dado nesta sexta-feira (8), durante uma reunião de representantes das entidades envolvidas, em um hotel da zona sul do Rio. O ideal é que o torcedor chegue cerca de uma hora antes de cada partida.

"O fato é que vamos ter um controle mais rígido na entrada dos estádios. Portais serão instalados e quem resolver chegar ao estádio, apenas 15 minutos antes do horário dos jogos, já estará atrasado. As pessoas precisam saber que haverá uma entrada muito controlada", afirmou Serge Dumortier, um dos consultores de segurança da Fifa.

O comitê organizador local da Copa prevê que até o fim de abril estará pronta uma lista de produtos que os torcedores não poderão levar para o interior dos estádios em dias de jogos. Nesta listagem constam a proibição para se levar aos jogos garrafas de vidro ou pet, qualquer tipo de comida, instrumentos musicais, como tambores, bandeiras com mastro ou sinalizadores.

"Há tempo hábil para que o torcedor entenda essa mudança. Esses produtos que vamos listar até abril não entrarão nos estádios. É questão de segurança. Colocaremos em prática a partir da Copa das Confederações", contou José Hilário Medeiros, responsável pela segurança no comitê organizador da Copa do Mundo.

Dumortier disse ainda que essas medidas de segurança fossem seguidas casos como do jovem torcedor boliviano Kevin Espada, morto ao ser atingido por um sinalizador em um jogo da Libertadores, entre seu time, o San José e o Corinthians, em Oruro, na Bolívia, no mês passado.

"Sei que o tema está em voga na região, mas nós da Fifa lidamos com isso o tempo todo no mundo. O que fazemos é encorajar as federações que sigam essas regras. Mas não tenho preocupação com o Brasil durante a Copa", disse o consultor da Fifa.
 
 
 


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