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<< BBB 13: Eliéser atende Big Fone e imuniza Kamilla do Paredão

Publicada em 01/02/2013 às 23:41
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O Big Fone estreou na 13ª edição do Big Brother Brasil, na noite desta sexta-feira (1) e deu a um dos confinados a oportunidade de fazer uma escolha que será mantida em segredo dos outros participantes até a produção autorizá-lo a revelá-la - regra que, se quebrada, resultará em punição ao "felizardo". E foi Eliéser, próximo ao orelhão por estar na área externa da casa, o mais rápido a atendê-lo.

Assim que tirou o telefone do gancho, o paranaense ouviu: "atenção, você terá que ir à despensa buscar um colar preto e um colar branco. O colar preto você entregará ao brother que quer imunizar, o branco àquele que deseja ver fora da casa". Após ouvir a instrução duas vezes, o brother desligou o Big Fone e, em silêncio, sob o olhar apreensivo dos colegas, se dirigiu ao local indicado, voltando à área externa com os dois nas mãos. 

Valendo uma imunidade para o próximo Paredão, o primeiro colar, o preto, foi rapidamente entregue por Eliéser. A escolhida: Kamilla. "Mas por que eu?", a paraense se perguntou após conquistar a imunidade, por ora, por ela desconhecida. No entanto, o brother demorou ao menos cinco minutos para se decidir para quem dar o objeto branco, indicativo da pessoa que quer ver longe do reality show.

"Não sei o que fazer, cara", dizia o brother, enquanto os colegas se entreolhavam, na expectativa do que ele ia fazer. Por fim, após muito caminhar de um lado a outro, e enquanto Kamilla era consolada pelas sisters, Eliéser se decidiu, andou em direção a Anamara e colocou o colar branco em volta de seu pescoço.

PROVA DE RESISTÊNCIA - Eliéser é o terceiro líder do BBB, após prova que começou na quinta-feira (24) e durou até 10h desta sexta (25). Apenas dez pessoas participaram da Prova do Líder. Ivan, o último líder, estava vetado automaticamente. Marcello, que venceu o Poder do Não na segunda-feira (21), vetou mais três pessoas: Anamara, Andressa e Fernanda. No Twitter, Boninho afirmou que a prova fará um líder falso, mas a imunidade está garantida.

O professor de muay thai Yuri começou bem a Prova do Líder, demonstrando confiança, concentração e se tornando até um exemplo para Pedro Bial explicar suas regras. No entanto, o goiano de 27 anos não durou muito mais de dez minutos nela e foi o primeiro a deixar a disputa pelo posto mais desejado da casa. Fani Pacheco fez o mesmo pouco depois. Ao todo, dez confinados participaram da atividade, que excluiu o atual Líder.

Natália, com vontade ir ao banheiro, abandonou a disputa por volta das 2h45. Pouco antes dela, também na madrugada desta sexta, Aslan, com dores no pé, e Marcello, desequilibrado, já haviam sido eliminados. Depois de quase uma hora ameaçando sair, Marien abandonou a disputa às 6h desta sexta-feira, alegando cansaço. Às 5h10, André saiu pelo mesmo motivo. Por volta das 6h15 desta sexta-feira, Kamilla deixou a prova.
 
Eliéser e Nasser disputaram a liderança até às 10h, quando o gaúcho resolveu desistir, após reclamar dos pés inchados e da vontade de ir ao banheiro. "Você merece, cara", disse, ao entregar o colar do líder para o colega.

É a primeira vez em 2013 que o Líder do Big Brother Brasil é escolhido por meio de uma Prova de Resistência. Antes, no dia de estreia do programa, houve disputa semelhante, mas esta valia um carro, não a liderança. Além disso, a nova brincadeira é bem mais complicada do que a anterior, na qual os brothers precisaram ficar encostados até o limite em um veículo.

Desta vez, os participantes precisaram ficar equilibrados sobre uma grande corda, apoiada em três pilares, e segurar pelo maior tempo possível uma enorme trança de cabelo com apenas uma das mãos, sem poder desencostá-la do objeto. "Vocês vão brincar de Rapunzel. Mas não pode se apoiar nas correntes, nem na estrutura de alumínio. Outra coisa: segurou com uma mão, não pode mais trocar. Vai com ela até o fim", esclareceu Bial.

Desde o início, os confinados demonstraram dificuldades para suportar a provação. Além do braço esticado em posição praticamente fixa, o que causa desconforto, dormência nas extremidades e até cãimbra, eles precisavam se equilibrar na fina e irregular corda sob seus pés, atrapalhando-os a qualquer movimento dos adversários.

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