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<< Obama destaca liderança americana e defende direitos de minorias ao iniciar segundo mandato

Publicada em 21/01/2013 às 22:01
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O presidente reeleito dos Estados Unidos, Barack Obama, reforçou, ontem, em seu discurso de posse, pontos que pretende trabalhar no segundo mandato. Foram abordados temas como meio ambiente, economia e igualdade – de gêneros, sexual e de imigrantes. Além disso, Obama destacou a atuação do país como líder mundial. 
"Os Estados Unidos permanecerão a âncora forte em todo o globo", afirmou. "O que nos torna excepcionais, o que nos torna americanos, é uma ideia articulada há mais de 200 anos. Nós consideramos estas verdades: todos os homens são iguais, dotados pelo seu Criador e têm direitos como vida, liberdade e a busca da felicidade."  
Barack Obama destacou que a atual geração de americanos foi testada por uma década dura, de guerras e crise econômica, que estão acabando, mas tem todas as características de que o mundo moderno precisa para superar o momento. "Esta geração de americanos foi testada por crises. Uma década de guerra está terminando; uma recuperação econômica já começou."

Para retomar o crescimento, Obama ressaltou que o país deve se apoiar na classe média norte-americana. Além disso, fez autocrítica de sua primeira gestão, ao afirmar que muitos programas do governo são inadequados para as necessidades atuais e que o país precisa se lembrar das "lições do passado".

O juramento público do vice-presidente Joe Biden também ocorreu ontem, a exemplo do de Obama.
 
 
Balança comercial já registra déficit de US$ 2,7 bi no ano

A balança comercial brasileira aprofundou a queda e já registra um déficit de US$ 2,7 bilhões nos primeiros 20 dias do ano. O saldo negativo do período é maior que o rombo registrado em todo o mês de janeiro do ano passado, de US$ 1,3 bilhão. Um desequilíbrio tão forte da balança não era observado ao longo de um mês desde a época em que o dólar ainda era fixo e estava cotado em R$ 1,00. Em outubro de 1998, o resultado ficou deficitário em US$ 1,4 bilhão

O primeiro sinal de fraqueza foi visto logo após a virada do ano, quando a balança ficou no vermelho em US$ 100 milhões. A partir daí, o rombo foi crescente: US$ 878 milhões na segunda semana do mês e mais US$ 1,7 bilhão na terceira, conforme divulgou ontem o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). No acumulado de 2013, as importações de US$ 12,2 bilhões superam os US$ 9,5 bilhões obtidos com as exportações no período.

Esse resultado do começo do ano é, portanto, fruto de um claro descompasso do ritmo das compras e vendas do País. Enquanto a média diária dos embarques de mercadorias nacionais caiu 0,5% em janeiro até a terceira semana, a das entradas disparou 18,3%. Nas vendas, o único segmento que conseguiu manter ainda algum crescimento foi o dos produtos semimanufaturados.

Os itens básicos foram os que mais sentiram: a média diária recuou 3,2%, para US$ 306 milhões. O resultado foi fortemente influenciado pela redução das vendas de soja em grão, petróleo em bruto, arroz em grão, carnes salgadas e farelo de soja.

A média diária das vendas de manufaturados caiu 0,8%, para US$ 279 milhões no período. No caso de produtos semimanufaturados, o acréscimo foi de 6,7% nas saídas de mercadorias, para US$ 121 milhões. O resultado foi puxado, principalmente, por alumínio em bruto, ouro, açúcar em bruto e ferro fundido.

As importações cresceram, 18,3%, para US$ 938 milhões. Os maiores aumentos de gasto no mês foram com aeronaves e peças (+59,6%), produtos diversos das indústrias químicas (+57,9%), combustíveis e lubrificantes (+51,9%), produtos farmacêuticos (+48,0%), químicos orgânicos e inorgânicos (+25,3%) e plásticos e obras (+24,3%).

Analistas de mercado preveem que a balança comercial fechará o ano com um saldo positivo de US$ 15,43 bilhões. A projeção foi apresentada ao Banco Central por meio da pesquisa Focus antes do resultado divulgado ontem pelo MDIC. 


Lobão comemora início das chuvas e diz que suprimento de energia está garantido

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse ontem que o País não terá problemas com o nível dos reservatórios das hidrelétricas porque o período de chuvas já começou. Segundo Lobão, o suprimento de energia está garantido.

"O período de chuvas é realmente em janeiro, fevereiro, março e abril. Não temos problemas com nossos reservatórios, vamos preenchê-los todos e garantir o suprimento de energia por todo ano e pelos anos seguintes. Só o fato de estarmos acrescentando cerca de 9 mil megawatts de energia neste ano é uma segurança para frente. Nós estamos acrescentando cada vez mais e fazendo balanceamento de térmicas e hidrelétricas", explicou o ministro.

Segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas subiu nas regiões desde a semana passada. A Região Norte, que apresentava 43,51% da capacidade total na semana passada, agora está com 45,04%. No subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o crescimento passou de 32,09% para 33,31%. Já na Região Nordeste, o nível subiu de 29,64% para 29,84%. No subsistema Sul, houve uma queda na semana passada, mas desde a última sexta-feira (18), o nível passou de 48,67% para 48,94%.

Por causa do baixo nível dos reservatórios das usinas registrado nos últimos meses, o governo teve de acionar as térmicas, que são mais caras e poluentes.


Suicídio de Walmor Chagas é confirmado

A versão de que o ator Walmor Chagas cometeu suicídio é dada como certa pela polícia, após emissão de laudo provisório criminal ontem em Guaratinguetá, no interior de São Paulo. Segundo o delegado Antônio Luiz Marcelino, da 2ª DP da cidade, os próximos passos da investigação vão buscar os motivos que levaram o ator a tirar a própria vida. Vizinhos e familiares serão ouvidos nas próximas semanas. O inquérito tem prazo máximo de 30 dias para ser concluído e o período pode ser estendido se for necessário.

O ator foi encontrado morto na última sexta-feira em seu sítio, em Guaratinguetá. Apenas o caseiro, José Arteiro de Almeida, estava no local, e disse à polícia ter ouvido um disparo antes de encontrar o patrão sem vida. A perícia criminal encontrou vestígios de pólvora na mão direita do ator. Não havia indícios da substância no corpo do caseiro.

A principal hipótese é que o suicídio tenha sido motivado pelos problemas de saúde que limitaram seus movimentos nos últimos anos. De acordo com o delegado Marcelino, o ator também sofria de solidão. A advogada da família, Maria Dalva Coppola, confirmou as dificuldades de locomoção e visão enfrentadas por Walmor.

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