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<< Radares móveis continuam sem data para retornar

Publicada em 07/01/2014 às 20:25
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Desde dezembro de 2012, quando venceu o contrato com a empresa Splice, que por três anos ficou responsável pela administração dos radares móveis na cidade, os equipamentos saíram de circulação e ainda não há previsão de data para o retorno. De acordo com a Urbes – Trânsito e Transportes, o estudo para a abertura de novo edital de contratação do serviço já foi concluído e manteve as mesmas características do anterior. Ao todo, serão três equipamentos operando em seis vias de Sorocaba em modo de rodízio. A empresa que gerenciou os dispositivos chegou a receber R$ 325.046,40 em cada ano de operação. 

A Urbes destaca que, enquanto a contratação do serviço não ocorre, as equipes de engenharia de tráfego reavaliam em diversas vias do município, as condições de circulação e desrespeito aos limites de velocidade. O objetivo é estabelecer novas diretrizes para o funcionamento dos dispositivos.  

Em 2009, primeiro ano de operação dos aparelhos estáticos, foram registradas 9.518 multas por excesso de velocidade, média de 793 por mês, índice que aumentou para 914 no ano seguinte, que fechou com 10.978 autuações. No ano de 2011, foram 7.795 registros, cerca de 649 mensais e no último ano de operação, os números caíram para 4.464 infrações, média de 372 por mês. Os números são menores que os registrados pelos 130 radares fixos, que totalizaram 36.213 multas em 2009; 48.558 em 2010; 54.252 em 2011; e 55.369 em 2012. No ano passado, quando os aparelhos móveis já não estavam em operação, foram aplicadas 71.089 multas por excesso de velocidade nas vias de Sorocaba.  
 

 
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