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<< Zeca Collares com sua viola homenageia Pena Branca e Xavantinho Apresentação gratuita será às 20 horas, no Teatro do Sesi

Publicada em 24/08/2013 às 16:48
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MÚSICA CAIPIRA

Domingo (28) de música caipira no Teatro do Sesi (rua Gustavo Teixeira, no bairro do Mangal), Às 20 horas, com entrada franca: o músico e compositor Zeca Collares fará uma homenagem a Pena Branca e Xavantinho, cantando os clássicos de moda de viola gravados pela dupla considerada um divisor de águas na Música Popular Brasileira por quebrar preconceitos e levar a música caipira a grandes salas de concertos dentro e fora do País, sendo premiada como o `Oscar' da música mundial, o Grammy. A apresentação faz parte da temporada 2013 do "Sorocaba em Cena", realizado pelo Sesi-SP, para a promover apresentações culturais locais.

Zeca Collares irá tocar, cantar e contar sobre sua relação com o amigo Pena Branca, com quem dividiu palcos, arranjos, estúdio e roda de causos, além da deliciosa comida mineira regada à moda de viola ao pé de um fogão à lenha. Com muita música e alegria, Zeca pretende fazer a plateia recordar e cantar os grandes sucessos desses ícones da música regional caipira, com o objetivo de valorizar os mestres da música caipira e levar as novas gerações a conhecer a importância de preservar as raízes da cultura brasileira.

Com 15 anos de carreira profissional, Zeca Collares já gravou sete CD's e dividiu shows com grandes nomes da música brasileira, como Hermeto Pascoal, Xangai, Duofel, Ivan Vilela, Levi Ramiro, Júlio Santin e MPB-4, entre outros, consolidando sua história musical com vários prêmios e apresentações por todo o País.

Os ingressos serão distribuídos no local uma hora antes da apresentação. 


Repertório de Cuitelinho a Cio da Terra

O repertório previsto do violeiro Zeca Collares para esta noite no Teatro do Sesi, em homenagem à dupla Pena Branca e Xavantinho, é este:

Cuitelinho - Paulo Vanzolini (folclore mato-grossense)
Cio da Terra - Milton Nascimento e Chico Buarque de Holanda
Menina - Paulinho Nogueira
Eu, a viola e Deus - Rolando Boldrin
Arruda com Alecrim - Élcio Dias
Fábula de Carteiro - Moniz
Uirapuru - Waldemar Henrique da Costa
Viola Quebrada - Mário de Andrade
Triste Berrante - Adauto Santos
Penas do Tiê - Fagner
Cantiga-Caicó - Folclore pernambucano
Cantiga do Arco-íris - Renato Teixeira, Xavantinho
Vaca Estrela e Boi Fubá - Patativa do Assaré
Chuá Chuá - Pedro de Sá Pereira e Ary Pavão
Gente de vem de Lisboa - DP
O Ciúme - Caetano Veloso
A Estrada do Sertão - João Pernambuco/Hermínio Belo de Carvalho
Rancho Triste - Xavantinho
Felicidade - Lupicino Rodrigues
Menina Bonita - Wilson Frade
Jardim da Fantasia - Paulinho Pedra Azul
Beira Mar - DP
Leilão - Hekel Tavares e Joraci Camargo
Lambada de Serpente - Djavan


Sesc apresenta o show ‘40 anos sem Pixinguinha’

Para homenagear o flautista, saxofonista, compositor e arranjador Pixinguinha, os músicos Vânia Bastos (voz) e Marcos Paiva (baixo acústico), um dos melhores artistas da nova safra musical instrumental brasileira, que reencontra o choro neste show em pura poesia musical, acompanhados dos arranjos sofisticados de Marcos Paiva Trio, apresentam no dia 25, às 19h, clássicos do mestre Pixinguinha, no palco do Sesc Sorocaba. Os ingressos estão à venda na bilheteria da unidade.

O público poderá ouvir canções do artista interpretadas pela voz de Vânia Bastos como “Carinhoso”, “Lamento”, “Rosa”, “Urubu Malandro”, “Fala Baixinho” e “Gavião Calçudo”. Marcos Paiva rearranjou diversas composições do mestre entre elas “Proezas de Solon”, “Desprezado” e “Ainda me Recordo”, que junto com seu trio Cesar Roversi (saxofones), Bruno Tessele (bateria) e o vibrafone do músico Carlos dos Santos recriam o genial compositor.

Pixinguinha faleceu em 17 de fevereiro de 1973, portanto, 40 anos sem o mestre. O artista é considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira e contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma musical definitiva. As músicas “Carinhoso” e “Lamento” são consideradas um dos choros mais famosos no Brasil e no mundo.

O Sesc fica na rua Barão de Piratininga, 555, esquina com a avenida Washington Luis. 


Pipoca Cine Macs exibe hoje o longa-metragem `O Irmão'

O Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (Macs) promove, neste domingo (25), a partir das 19 horas, mais uma edição do `Pipoca Cine Macs', desta vez com a exibição do longa-metragem "O Irmão", dirigido pelo russo Aleksey Balabanov. O filme abre, oficialmente, o cronograma de exibições, que será promovido durante todo o segundo semestre. Destinada a todos os públicos, a sessão é gratuita e acontece no Chalé Francês, sede provisória do Macs, à avenida Dr. Afonso Vergueiro, no Jardim Maylasky, defronte à antiga Estação Ferroviária.

Sob orientação do professor e produtor artístico Paulo Edson, o `Pipoca Cine Macs' tem a proposta de não apenas exibir as produções, mas, sobretudo, promover um diálogo sobre o contexto histórico de cada obra cinematográfica. Para cada sessão, são esperadas em torno de 50 pessoas, que devem efetuar suas inscrições previamente.

`O IRMÄO' - "O Irmão" traz a história de um jovem morador do interior da Rússia, que vai para São Petersburgo tentar uma nova vida ao lado do irmão mais velho. Contudo, desconhece que ele é um criminoso envolvido com assassinatos. Não demora muito para que o rapaz também se envolva com o mundo do crime, quando seu irmão mais velho pede a ele para eliminar um rival. A história mostra os problemas e os dilemas da sociedade russa, após a queda da União Soviética, no início dos anos 90. O crime, a pobreza, o desalento da juventude e a desestruturação das famílias são panos de fundo para o enredo. Apesar de tudo, a história destaca a coragem e a bondade presentes no caráter deste jovem do interior, mesmo em um ambiente hostil. O rapaz demonstra um aguçado discernimento do certo e do errado, tornando-o uma espécie de `Robin Hood'.

Para participar do `Pipoca Cine Macs', os interessados devem se inscrever pelo site www.macs.org.br/agenda As inscrições são gratuitas e limitadas a 50 pessoas. 


TELEVISÃO

`Fantástico' convida família para viajar no tempo e voltar a 1973

No "Fantástico" deste domingo, dia 25, pela Rede Globo de Televisão, o telespectador viaja no tempo e volta ao ano de 1973, quando o programa foi ao ar pela primeira vez. Em uma casa montada especialmente para comemorar este 40º aniversário do programa, o apresentador Zeca Camargo recebe uma família carioca para passar um final de semana inteiro usando apenas aparatos da década de 1970, desde as roupas até os utensílios de cozinha. 

Na casa, toda a mobília, decoração, eletrodomésticos, brinquedos e roupas são daquela época e o casal Fabíola (37 anos) e Alex (42 anos) é convidado para encarar o desafio de passar um fim de semana inteiro com seus três filhos (João, de 12 anos; Giovana, de 10, e a pequena Giulia, de 1 ano) em uma viagem pelo tempo. Antenados e tecnológicos, os cinco precisam mergulhar na aventura e abrir mão de todos os facilitadores da vida moderna, como ar condicionado, microondas, celulares, computadores, tablets, DVD, videogames e até as fraldas descartáveis. 

O jornalista Zeca Camargo, devidamente vestido com um figurino da década de 70, os recebe na casa no dia da chegada e volta para visitá-los na despedida, para saber detalhes sobre quais foram as maiores dificuldades, do que sentiram mais falta e o que acharam desta aventura. "Eu achei o maior barato! Diverti-me muito nesta viagem ao tempo. Lembrei da minha infância na década de 70, dos brinquedos, das roupas... A casa tinha um ar de casa de vó. Acho que o público vai curtir bastante fazer essa viagem com a gente!", diverte-se Zeca que, ao chegar na casa pela primeira vez para gravar, correu para a vitrola e para a máquina de escrever, curioso para conferir se elas ainda funcionavam. 


SescTV estreia os curtas `O Filho do Vizinho' e `A Grande Viagem'

Tendo em comum o olhar de crianças sobre o mundo, os curtas-metragens "O Filho do Vizinho" (2010), de Alex Vidigal, e "A Grande Viagem" (2011), de Caroline Fioratti, estreiam na série Faixa Curtas amanhã, segunda-feira (26), às 21 horas, no SescTV (em Sorocaba, sintonizada pela TV a cabo, como os sistemas Net e Sky). A série tem curadoria de Luís Carlos Soares e apresenta filmes de ficção de curtas e de médias-metragens. Muitas dessas obras foram selecionadas e premiadas em festivais de cinema. 

Premiado, "O Filho do Vizinho" mostra o dia-a-dia de Ronaldinho, um menino cadeirante que, de sua janela, observa a vida dos outros e admira as aventuras do filho do vizinho. Apesar de ter vários amigos, Ronaldinho quer a amizade do filho da vizinha e este também quer ser seu amigo. Já em "A Grande Viagem" traz o conflito de Mário, um idoso que confunde presente e passado e insiste em voltar aos tempos em que vendia guias de viagens. Enquanto isto, seu neto Felipe se diverte com um avião de brinquedo. Por ironia do destino, Mário nunca viajou, até o dia em que oferece uma das viagens ao neto, que se torna seu parceiro no sonho de conhecer o mundo. 


 

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