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<< População continua reclamando de prostitutas e desocupados na Souza Pereira, em pleno Centro

Publicada em 24/08/2013 às 16:40
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Apesar de tudo aquilo que já se falou a respeito, um velho problema continua desafiando a todos ao longo da rua Souza Pereira, no Centro, principalmente entre a praça Dr. Ferreira Braga e o final do Bulevar Dr. Braguinha, ao lado de um posto de gasolina: a circulação de prostitutas, travestis, traficantes e desocupados. A situação naquele trecho, que em determinados momentos do dia é inconcebível em plena região central da cidade, só faz aumentar as reclamações de quem mora, trabalha ou é obrigado a passar diariamente pelo local.     

Embora todo mundo tenha conhecimento da liberdade de ir e vir conferida a todas as pessoas, não se pode negar que tudo aquilo que lá acontece há muito vem prejudicando a vida das famílias e dos lojistas instalados no local. Ao contrário do que acontece com tantos desocupados, que a todo instante, em busca de algum tipo de "programa", nunca deixam de abordar as pessoas que por lá passam, inclusive atrapalhando a entrada de clientes em estabelecimentos comerciais, os moradores e comerciantes é que acabam enfrentando uma série de transtornos em seu direito de ir e vir. E, apesar dos apelos de todos aqueles que estão sendo prejudicados, nenhuma providência foi tomada até agora para a solução do problema. Os comerciantes não conseguem se fixar no local em razão do atrevimento das meretrizes, que chegam até a adentrar as lojas para tratar de "programas" com seus clientes, falando alto e com palavras de baixo calão. 

Com receio de algum tipo de represália, além de todos os infortúnios que já sofrem, os moradores e comerciantes preferem não se identificar, mas não são poucas as denúncias que fazem contra aqueles que vivem a importunar a vida de todo mundo naquela área, inclusive abordando pais que levam seus filhos às escolas existentes nas proximidades ou que entram em alguma loja para fazer compras. Muitas vezes, as pessoas são obrigadas a caminhar pelas ruas, principalmente na frente dos sobrados de nºs 341, 343, 363 e 369, porque as mulheres não permitem a circulação dos pais e das crianças pelas calçadas. De acordo com as denúncias, alguns imóveis nas proximidades deveriam ser mais fiscalizados, já que abrigam atividades que desvirtuam as finalidades para as quais foram alugados. 

Na verdade, o que se observa é que aquele trecho pertence às meretrizes e não ao comércio ou aos moradores. Elas procuram, propositadamente, criar esse constrangimento, obrigando as pessoas de bem a mudarem-se, para ficarem soberanas e únicas no local. 

Resta saber quem poderá contribuir de forma efetiva para encontrar uma solução que possa garantir o direito à tranquilidade dos moradores e dos lojistas da rua Souza Pereira e imediações. Com a palavra os representantes da Prefeitura, da Câmara Municipal, do Ministério Público, dos organismos policiais e do Poder Judiciário. Quem deve assumir, afinal, a responsabilidade de resolver um problema que tantos transtornos levam a tanta gente?     


 

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