Area Administrativa
Quarta-Feira, 26 de Junho de 2019

Diário de Sorocaba

teste

buscar

<< Duo de piano e violoncelo traz`Tempos Modernos' ao Municipal

Publicada em 05/07/2013 às 00:13
Compartilhe: IMPRIMIR INDICAR COMENTAR

MÚSICA

O projeto Schaeffler Música/4ª Temporada de Música Clássica prossegue nesta sexta-feira (5), com o duo de piano e violoncelo com Dimos Goudaroulis e Horácio Gouveia apresentando-se gratuitamente, às 21 horas, no Teatro Municipal, no Parque da Boa Vista. Inicialmente, para hoje, na sequência do projeto estava previsto concerto do Quarteto Camargo Guarnieri, mas a agenda teve de ser alterada de última hora, como informa a MdA International, produtora da 4ª Temporada de Música Clássica, por motivo de força maior. 

Com um repertório todo centrado em compositores do fim do século XIX e início do século XX, este concerto de duo de piano e violoncelo, intitulado "Tempos Modernos", deve promover um programa musical bastante inusitado para a tradição clássica e incitando o interesse na escuta de uma seleção quase teatral da música erudita, com dois grandes músicos atuantes seja na música clássica, contemporânea ou popular brasileira. Esta versatilidade musical permitiu, assim, a realização de um repertório extremamente original e peculiar dentro da música clássica.

Violoncelista versátil e músico muito ativo, Dimos Goudaroulis transita brilhantemente por estilos musicais diferentes e se apresenta tanto com instrumentos modernos, quanto com instrumentos de época. Convidado a participar de inúmeros projetos, concertos, turnês e gravações, tem colaborado com importantes músicos e grupos de música erudita e popular no mundo - de Lee Konitz e Max Roach a Hermeto Pascoal e Egberto Gismonti, de Ricardo Kanji e Luís Otávio Santos a Nicolau de Figueiredo e Viktoria Mullova. Já Horácio Gouveia, pianista e doutor em Musicologia pela USP (Universidade de Säo Paulo), estudou na Universidade Albert Ludwig - Freiburg (Alemanha). Atua intensamente como recitalista, camerista e solista, com repertório que se estende de Bach aos compositores contemporâneos. Realizou diversas estreias brasileiras de obras importantes, como Concerto para dois pianos, percussão e orquestra de Béla Bartók (com a Orquestra Experimental de Repertório de São Paulo, sob a regência de Jamil Maluf) e Concerto de Câmara de György Ligeti (com o Percorso Ensemble, sob a regência de Ricardo Bologna), entre muitas outras. Integra atualmente o Trio Arqué e o Percorso Ensemble. 


Quarteto Bolling apresenta-se no Teatro do Sesi

Grupo formado por violoncelo, piano, contrabaixo e percussão, o Quarteto Bolling traz ao público sorocabano nesta sexta-feira (5), no Teatro do Sesi (rua Gustavo Teixeira, bairro do Mangal), a obra do compositor francês Claude Bolling, o criador da fusão jazz-erudito, intitulada "Suite for Cello & Jazz Piano Trio". O compositor é considerado o responsável pela renovação do jazz tradicional na década de 1960 e o criador da fusão jazz-erudito. A apresentação será às 15 horas, com entrada gratuita.

A suíte de Claude Bolling, concebida para trio de jazz e violoncelo (o instrumento solista nessa formação), é composta por seis movimentos de formas contrastantes da música de concerto. Barroco romântico e lírico agitado, entre outros, mesclam-se com elementos do jazz, como a improvisação. Claude Bolling, compositor francês, é considerado um dos mais versáteis músicos de seu país atualmente. Entre suas atribuições, constam arranjador, pianista e líder de orquestra. Foi discípulo de jazzistas renomados, mas sua principal inspiração foi o amigo Duke Ellington, ícone do jazz americano.

Formado por Gretchen Lydia Miller (violoncelo), Mariô Rebouças (piano), Mauricio Xavier Florêncio (contrabaixo) e Edinei Donizete Lima (bateria e percussão), o Quarteto Bolling há mais de 12 anos executa obras do grande artista francês, buscando difundir suas composições para públicos em que ainda não é tão conhecido.


Atriz da Itália é destaque hoje na Mostra de Teatro de Animação

A atriz italiana Verônica Gonzáles é o destaque da noite desta sexta-feira (5) da Mostra Sesc de Teatro de Animação'2013, que vem acontecendo nesta semana também na Unidade local do Sesc (rua Barão de Piratininga, 555, esquina com a avenida Washington Luiz, no Jardim Faculdade), a preços simbólicos. "Com os pés no céu" é o título da montagem solo que Verônica Gonzáles mostra às 20 horas, no palco do teatro do Sesc.

Por meio de seus pés e de acessórios simples, a artista apresenta em "Com os pés no chão" uma galeria de personagens que vivem em histórias em que o absurdo e a poesia magicamente se fundem. Essas `marionetes' de carne e osso interpretam, com música e um toque sutil de humor, cenas cheias de fantasias, ritmo e cor.



Histórias inspiradas nas obras de Maria Clara Machado são contadas aos pequenos no Sesc 
 
Neste mês de férias, as crianças poderão desfrutar de histórias inspiradas nas obras de Maria Clara Machado, com as contações da Cia. República Ativa de Teatro, nos dias 6, 13 e 20, às 16 horas, gratuitamente. Um repertório construído em função do projeto de pesquisa intitulado “O Real Imaginário – O Universo Infantil em Maria Clara Machado”. São contações que ressaltam o valor da amizade, o ser diferente e a magia da brincadeira.

A primeira narrativa será neste sábado (6) com “Todos os Patinhos”, um conto divertido e comovente que relata a história de como Conrado, a raposa, e Lourenço, o patinho, formaram uma linda família improvável. Na floresta, enquanto Lourenço ainda era um ovo sem nome, Conrado apareceu faminto. A mamãe-pata conseguiu escapar e a raposa ficou com o ovo. A princípio, a raposa pensou em preparar ovos mexidos, mas preferiu esperar que o filhote crescesse para devorá-lo. No entanto, sua essência de caçador e seu instinto de devorador foi substituído por um carinho paternal.

Em “O inimigo” (13), o grupo propõe um questionamento sobre os motivos que levam a uma guerra, motivos estes, que na maioria das vezes, não são nossos. Em meio a uma guerra, em algum lugar que poderia ser um deserto, existem dois buracos e nestes buracos há dois soldados, que são inimigos. A história mostra o ponto de vista de cada um dos soldados, que na verdade é o mesmo, apesar de serem inimigos. Eles se consideram extremamente diferentes, mas na realidade, são iguais.

Para finalizar, a Cia. República Ativa traz o conto “Não é uma caixa” (20), onde o protagonista solta a criatividade e embarca em infinitas aventuras a bordo dentro de uma caixa de papelão, proporcionando uma viagem ao mundo da imaginação. Num jogo divertido, ele é questionado a todo momento sobre o que faz com este objeto, sempre com a resposta na ponta da língua:  “Não é uma caixa”.

Após cada apresentação, o público mirim poderá participar de uma vivência, na qual o grupo ensinará diversos trabalhos, como desenhos, colagens, dobraduras, entre outros, sobre os temas que foram abordados nas narrações.

O Sesc fica na rua Barão de Piratininga, 555, esquina com a avenida Washington Luiz, no Jardim Faculdade.


NA ESTANTE

Chiara Luce Badano, intercessora da Jornada Mundial da Juventude, em 25 minutos


“25 Minutos: A vida de Chiara Luce Badano”. Este é o título de livro que a Editora Cidade Nova, ligada ao Movimento dos Focolares, está lançando em parceria com a associação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), com uma tiragem recorde de 500 mil exemplares, nestes dias, às vésperas da realização no Rio de Janeiro da Jornada Mundial da Juventude, que contará, inclusive, com a presença do papa Francisco. Inserido na coleção “Retratos da Vida”, da Editora Cidade Nova, o livro de 128 páginas escrito pelo jornalista agnóstico italiano Franz Coriasco, irmão da melhor amiga de Chiara Luce e que também a conheceu pessoalmente, trata do sentido da vida e terá distribuição gratuita, promovida pela AIS.

A jovem italiana Chiara Luce Badano – falecida em 1990 aos 18 anos de idade, vítima de câncer, e proclamada Beata em 2010 pela Santa Sé, onde agora prossegue seu processo de canonização - está entre os chamados `intercessores´, uma espécie de `patrono´,  da Jornada Mundial da Juventude que se realiza no final deste mês no Brasil, na `Cidade Maravilhosa´,  ao lado de outros santos protetores dos jovens. Por que a escolha de Chiara Luce? – aliás, jovem que tem em Sorocaba, desde pouco depois de sua beatificação pelo papa Bento XVI, a primeira igreja a ela dedicada oficialmente no mundo todo, a Capela do Hospital do Câncer Infantil “Sarina Rolim Caracante”, do GPACI (Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil).

As explicações fluem facilmente. Em princípio, trata-se de uma garota como todas: nasceu e viveu em meio aos turbilhões juvenis dos anos 1970-1980, foi à escola, jogou tênis com as amigas, curtia Bruce Spring, divertiu-se… Até que, aos 18 anos, teve diagnosticado um câncer que, em pouco tempo, lhe ceifou a vida. E aquilo que, para ela, poderia ter sido o fim da linha, foi, na verdade, uma etapa vivida em máxima intensidade. Sua atitude transtornava quem a conheceu - e continua transtornando até hoje, quase 25 anos depois de sua partida. Ela fascina jovens do mundo inteiro. E a Igreja católica reconhece-a como um exemplo de realização. Como assim?

Foi a pergunta que também se fez o irmão de sua melhor amiga, Franz Coriasco. E ele constata, nessa seu livro lançado agora no Brasil, às vésperas da Jornada Mundial da Juventude, que os anos finais de Chiara Luce não foram improvisados, mas amadurecidos ao longo de sua infância-adolescência-juventude. 

O que há, pois, de tão especial em Chiara Luce? Coriasco conta a sua observação em “25 minutos: a vida luminosa de Chiara Luce Badano” e tenta desvendar o mistério de sua vida, confrontando a fé e os valores da jovem com as próprias dúvidas e incertezas.


 
Não há comentários nessa notícia.Seja o primeiro a comentar