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<< Três manifestações marcam o centro de SP nesta terça-feira

Publicada em 11/06/2013 às 21:35
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Há menos de uma semana, a cidade de São Paulo é novamente centro de protestos. Policiais civis, servidores estaduais da saúde e integrantes do “Movimento Passe Livre (MPL)” resolveram nesta terça-feira (11) fechar avenidas e ruas do centro paulista.

Os policiais civis do Estado iniciaram ontem à tarde uma manifestação na Avenida Paulista, principal da região central, porém não bloquearam nenhuma faixa das vias, prometendo deixar o local antes da movimentação do MPL, marcada para as 17 horas.

Segundo o Sindicato dos Investigadores de Polícia, as reclamações referem-se ao descumprimento de acordos feitos com o governo de melhorias na carreira. Entretanto, segundo o sindicato, às 16h20, havia cerca de 1.500 pessoas no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e na calçada da avenida. A Polícia Militar não deu uma estimativa de público. Querem também igualar o salário ao de funcionários de nível superior. Assim, o piso sairia de R$ 1.476 para R$ 2.500. 

Já os servidores estaduais da saúde começaram o protesto às 14 horas. Eles bloquearam a faixa direita da Paulista no sentido da Consolação. Em greve desde o dia 1º do mês passado, os trabalhadores pedem 32,2% de reajuste e R$ 26,22 de vale-refeição. Às 15 horas, já registrava 29 km de lentidão, índice dentro da média para o horário. 

Por volta das 17h50, o MPL deu abertura ao seu terceiro protesto na Rua da Consolação. Eles protestam contra o aumento de vinte centavos na tarifa do transporte público.

RIO DE JANEIRO – Ruas da capital fluminense também foram alvos de ruínas na noite de segunda-feira (10). Em ação contra o aumento na passagem de ônibus, manifestantes quebraram três janelas da igreja Nossa Senhora do Carmo, na Rua Primeiro de Março, picharam o Muro do Centro Cultural Banco do Brasil e destruíram alguns pontos de ônibus. Pelo menos 31 pessoas foram detidas, mas liberadas pela manhã de ontem.


Relator é favorável à cassação de Afif

O deputado estadual Cauê Macris (PSDB), relator do processo contra o vice-governador, Guilherme Afif Domingos (PSD), na Assembleia Legislativa de São Paulo, protocolou ontem na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) parecer favorável ao processo de cassação do mandato de vice. Afif também é ministro da Micro e Pequena Empresa. O pedido, feito pelo deputado Carlos Giannazi (PSOL), se dá justamente pelo acúmulo de cargos do parlamentar.

O socialista entende que, ao acumular os cargos públicos, Afif está ferindo a Constituição e atentando contra a dignidade, a honra e o decoro. O texto de Macris precisa ser agora votado pelos 13 deputados integrantes da CCJ. A orientação do Palácio dos Bandeirantes é para que o processo avance, enquanto os partidos da base aliada do governo federal, que possuem cinco cadeiras na comissão, pretendem barrar a cassação de Afif. Caberá à deputada Maria Lúcia  (PSDB), presidente da CCJ, colocar o parecer em pauta nas reuniões da comissão. 
 
 
Dilma aprova migração de faixa AM para FM

A presidente Dilma Rousseff aprovou ontem a migração das emissoras de rádio AM para a faixa FM. A proposta foi apresentada pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, na última quinta-feira (6).

Atualmente cerca de 20 aparelhos no País testam o sistema digital, mas são apenas testes. O Ministério das Telecomunicações colocou em análise dois sistemas de transmissão de Rádio Digital, o IBOC (Estados Unidos) e o DRT (Europeu).

Parte do processo da digitalização é a mudança da faixa AM para FM e esta alteração pode ocorrer independente da escolha do sistema que será usado. Estima-se que até 2015 a TV analógica seja extinta e o ouvinte apenas poderá ter som digital se tiver receptor com tecnologia digitalizada.


 

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