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<< Comoção marca enterro de vítimas de desabamento de parede da Fábrica Cianê

Publicada em 22/12/2012 às 19:20
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O viúvo de Évelin caminha inconsolável após o sepultamento com seu filho mais velho de oito anos (Foto: Mayara Corrêa?
Ontem de manhã, as sete vítimas do desabamento de parte da parede da antiga fábrica da Cianê, ocorrido na noite de quinta-feira, foram enterradas em dois cemitérios da cidade e um de Cerquilho. O primeiro funeral foi das irmãs Nhayara Pâmela Airola, 25 anos, Évelin Cristina Siqueira, de 30, e o filho de Évelin, Tiago Alves Siqueira, de 5. Os três foram sepultados no Cemitério Memorial Park, onde amigos e familiares se despediram com muita tristeza. Segundo uma conhecida da família, Évelin residia no bairro Capoavinha, já sua irmã era do Parque Vitória Régia. 

Psicólogos ficaram o tempo todo amparando a família e os protegendo e evitando que dessem qualquer declaração à imprensa. Os mais amparados eram o filho mais velho de Évelin, de apenas oito anos, e o esposo dela. Mas, em determinado momento, o viúvo de Évelin disse apenas: “Esse é o preço de um patrimônio histórico”. O corpo das duas irmãs foram os primeiros a ser enterrados; em seguida, o de Tiago, que foi levado por amigos da família sem o auxílio de carro funerário. 

Além dos três integrantes da mesma família, o vigilante Rayner Alves, de 28, também foi sepultado no Memorial Park. Já o taxista Humberto Dias Ferreira, de 53, e a assistente administrativa Samantha Bianca da Conceição, de 24, foram enterrados no Cemitério Municipal Santo Antônio. O médico Adilson Nunes filho, 35 anos, foi levado para Cerquilho (SP), sua cidade natal. 

 

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