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<< Acidente com metrô em S. Paulo deixa 103 feridos

Publicada em 17/05/2012 às 02:21
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Acidente assustou os passageiros e deixou 103 feridos (Foto: Folhapress)
Aproximadamente 45 homens do Corpo de Bombeiros trabalharam no resgate às vítimas do acidente ocorrido na manhã de ontem entre dois trens da Linha Vermelha (Barra Funda/Corinthians Itaquera), na zona leste da capital paulista. Segundo os bombeiros, 33 pessoas ficaram feridas; duas delas, em estado grave.

Em nota, a assessoria de imprensa da Companhia do Metrô informou que a colisão ocorreu no sentido do Centro, entre as estações Carrão e Penha. As causas ainda estão sendo apuradas. Em razão do acidente, a circulação dos trens no trajeto estava sendo feita somente entre as estações Palmeiras/Barra Funda e Tatuapé. Para atender aos passageiros no trecho entre as estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera, o Metrô acionou o serviço do Paese (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência), que ofereceu ônibus gratuito para manter integração com a Companhia Paulista de Trem Metropolitano (CPTM) nas estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera.

O serviço na estação Carrão, que estava fechada desde o acidente, foi normalizado por volta das 14h15. 

Segundo Fernandes, o segundo trem estava entre 9 e 12 km/h antes de se chocar. Segundo relato do maquinista do primeiro trem, ele não conseguiu frear a tempo. A secretaria descarta possibilidade de falha humana.

O delegado titular da Delpom (Delegacia de Polícia do Metropolitano), Valdir Rosa, afirma que eventual falha técnica é a hipótese mais provável para o acidente. O delegado afirmou que no inquérito que será instaurado serão ouvidos, além de funcionários do metrô, vítimas e passageiros que estavam nas composições no momento do acidente.

O presidente do sindicato dos metroviários de São Paulo, Altino de Melo Prazeres Júnior, afirma que o maquinista relatou uma possível falha no trem já que, enquanto estava em movimento, o mecanismo emitiu um alerta de acelerar em vez de frear ao ter se aproximado da composição parada. O maquinista, então, operou o trem manualmente para freá-lo.

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo afirmou que uma falha mecânica foi relatada por volta das 8 horas de ontem, horas antes da colisão. Segundo Alex Fernandes, diretor do sindicato, um operador no Carrão percebeu um problema de falha de comunicação no chamado sistema ATC, um sistema de freio automático, e que o problema foi relatado ao Centro de Controle Operacional (CCO) do Metrô. A assessoria de imprensa do Metrô afirmou que não ia comentar.

 

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