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<< Defesa de ministro se baseia em desqualificar acusações de corrupção

Publicada em 18/10/2011 às 21:52
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Orlando Silva foi incisivo e mostrou supostas provas contra seu acusador (Renato Araújo/ABr)
Começou pouco depois das 15 horas desta terça-feira (18) a audiência pública conjunta das comissões de Turismo e Desporto e de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados com o ministro do Esporte, Orlando Silva. O ministro, que pediu a audiência, prestou esclarecimentos sobre a denúncia de que integra um esquema de desvio de dinheiro do Programa Segundo Tempo feita pelo policial militar João Dias Ferreira à revista Veja.

No Plenário 3 da Câmara, sem espaço suficiente para comportar todos os parlamentares e jornalistas interessados em acompanhar a audiência, o ministro do Esporte começou apresentando os avanços feitos no País para reverter o “déficit de infraestrutura” na área do esporte. Depois, rebateu as denúncias.

“Minha revolta é grande”, disse. Segundo Silva, denúncias feitas por pessoas que voltou a chamar de "bandidos" foram publicadas mesmo depois de ele apresentar provas em contrário, e estão sendo replicadas por diversos órgãos de imprensa.

Após apresentação inicial do ministro, os deputados começaram a fazer suas perguntas. Antes da chegada de Orlando Silva, alguns deputados de oposição saíram do plenário para tentar falar com o policial autor da denúncia, que estava com a liderança do PSDB no Senado.

Orlando Silva foi incisivo. "Quem faz a agressão? Eu aconselho que procurem informações. Trata-se de um desqualificado, um criminoso, uma pessoa que foi presa, uma fonte bandida." 

Ele voltou a exigir que sejam provadas as acusações das quais é alvo. "Se há o que denunciar, que faça; faça e prove o que diz. Até aqui esse desqualificado falou e não provou o que diz. Quem tem provas do mal feito por eles sou eu e elas estão aqui." 
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