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Diário de Sorocaba





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<< Mecânico teve de ajoelhar antes de morrer

Publicada em 08/12/2010 às 21:23
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Polícia trabalha com a hipótese de desacerto da vítima com o autor dos disparos (Foto: Jota Abreu)
Charles Cristines Gonçalves morreu com 11 tiros disparados por um homem usando capacete, jaqueta Califórnia e calças pretas. O autor se aproximou do local de serviço de Charles, em uma oficina mecânica e borracharia na parte externa do estacionamento do Extra, e perguntou por seu nome. Outro funcionário indicou o local onde ele estava, trabalhando no interior de um veículo.

O autor novamente chamou por “Charles”, e este saiu. Imediatamente o assassino sacou uma pistola calibre .380mm e mandou o mecânico ajoelhar-se. Sem poder reagir perante a arma, Charles obedeceu. Foi morto com 11 tiros a queima-roupa, que o acertaram principalmente na cabeça e tórax.

O Extra possui sistema de monitoramento de câmeras de vigilância que flagraram a cena, mas elas não mostram como se deu a fuga do assassino. O BO relata que uma motocicleta preta pode ter sido usada pelo autor para escapar.

Muito abalados, os outros funcionários e o dono da oficina não quiseram comentar o crime, apenas disseram que Charles era uma boa pessoa. Ele trabalhava no lugar há seis meses e não tinha passagem pela polícia, que trabalha com a hipótese de desacerto da vítima com o autor. O caso está sob cuidados da Delegacia de Investigações Gerais – DIG de Sorocaba.
 
O NOME ANTES DE MORRER - Comerciante é vítima de tentativa de homicídio

Situação praticamente idêntica ao mecânico Charles Cristines Gonçalves, 27 anos, morador do Central Parque, executado na noite de terça-feira no Extra Hipermercado, no Parque Campolim, por um homem que proferiu seu nome antes de fazer 11 disparos de arma de fogo para matá-lo, passou o comerciante S.A.O.J., 42 anos, na madrugada de ontem. Este, porém, conseguiu se safar com vida.

Por volta das 2h30 de ontem, S. guardava o carro dentro da garagem de sua residência, na rua Gabriel Rezende Passos, no Jardim Piratininga, e, quando se virou para fechar os portões, deparou com um rapaz caminhando em sua direção – no meio da escuridão da rua, o comerciante não conseguiu visualizar suas características. O suspeito estava empunhando uma arma de fogo e chamou pelo nome de S.

Três tiros foram disparados, mas o comerciante se engalfinhou com o atirador no exato momento, assim, apenas um disparo atingiu o braço esquerdo do comerciante. O autor fugiu correndo e S. tentou alcançá-lo, sem sucesso. O caso foi registrado como tentativa de homicídio na delegacia do plantão policial sul. 
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