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<< “Estrada Segura II”, do Ipem, autua 7 veículos irregulares

Publicada em 29/10/2010 às 20:39
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O objetivo da ação foi verificar se os veículos têm o Certificado de Verificação Metrológica do cronotacógrafo (Foto: Pedro Henrique Negrão)

O Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP), autarquia vinculada à Secretaria da Justiça, realizou ontem a “Operação Estrada Segura II”, para fiscalizar cronotacógrafos de veículos-tanque que transportam produtos perigosos e ônibus de passageiros, na rodovia Castello Branco (SP 280), quilômetro 92 km, em Sorocaba.

Durante a operação, 16 veículos foram verificados e sete autuados, já que os cronotacógrafos estavam irregulares. Os veículos processados foram dois ônibus de passageiros, um ônibus escolar e quatro caminhões-tanque, que transportam produtos perigosos, como, por exemplo, combustíveis.

O objetivo da ação foi verificar se os veículos que trafegam pela rodovia têm o Certificado de Verificação Metrológica do cronotacógrafo (instrumento de medição considerado uma espécie de ‘caixa preta’ do veículo, pois registra dados do percurso, tais como distância percorrida, velocidade, pontos de parada, entre outros). O documento é obrigatório e garante que o instrumento foi inspecionado antes de o veículo trafegar.

Segundo o especialista em metrologia do Ipem, Flávio dos Santos Pereira Dutra, na região já foram feitas duas fiscalizações. “É obrigatório que os caminhões passem pelo posto de selagem do instrumento, pelo posto de ensaio banco de rolo e velocidade”, explica.

O prazo para que veículos-tanque que transportam produtos perigosos tivessem o certificado expirou em agosto de 2009. Para coletivos de passageiros, a data limite para conseguir o documento foi encerrada neste ano, de acordo com finais das placas 2 (fevereiro); 3 (março); 4 (abril), 5 (maio), 6 (junho), 7 (julho), 8 (agosto) e 9 (setembro).

Empresas autuadas têm dez dias para apresentar defesa ao Departamento de Análise e Gestão de Processos do Ipem-SP, que define a multa, que varia de R$ 100 a R$ 50 mil, dobrando na reincidência.

A operação “Estrada Segura II” contou com o apoio da Polícia Militar Rodoviária.

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